BRE: Intercongregacionalidade na perspectiva da Formação

 “Creio que a experiência do grupo de Religiosos Brasileiros em Roma (RBR) é uma oportunidade para continuarmos a nossa vivência de intercongregacionalidade tão característica da vida religiosa no Brasil. Apesar de distantes da nossa terra brasileira, encontramos aqui em Roma um espaço para partilha, oração, serviço e convivência como religiosos/as! 

gm.pe

Somos religiosos/as brasileiros/as que moramos em Roma por motivos de estudo, serviço ou missão. Cada um/a marcado/a com a riqueza do seu carisma congregacional se abre a uma experiência de comunhão que é a característica marcante da vida eclesial que mais nos chama a atenção aqui em Roma.

Na formação devemos valorizar a intercongregacionalidade através dos diversos encontros promovidos pelos regionais da Conferência dos Religiosos do Brasil. Porém esta valorização não deve ser apenas um aspecto formal muitas vezes “seguido para cumprir tabela” ou “feito com mau gosto”. Se realmente temos consciência de que somos “religiosos/as”, homens e mulheres consagrados ao Senhor através dos conselhos evangélicos, devemos nos lembrar que não somos uma “ilha privada” no grande mar da vida da Igreja. Fazemos parte desta porque somos uma grande rede de consagrados e consagradas que vivem o carisma profético de serem sinais visíveis da vocação à santidade que é pertencente a todo o Povo de Deus. Portanto, não basta apenas “participar dos ‘interes’ da vida” (aspirinter, postulinter etc)! GM.Pe.É preciso criar uma verdadeira consciência e uma sincera motivação para vivermos a nossa vida religiosa em espírito de comunhão e partilha de carismas, espiritualidades e apostolados. E isto não é uma mera idéia vaga recheada de belos conceitos. Pelo contrário! Isto implica numa prática concreta, inclusive na formação, de uma verdadeira articulação entre as diversas congregações que possibilitem, por exemplo, experiências claras de atividade pastoral ou formativa em comum. É neste “chão da intercongregacionalidade” que o formando se sente desafiado a abraçar com sinceridade a vida religiosa que ele passa a conhecer mais de perto na pluralidade de carismas, na riqueza de espiritualidades e na diversidade de apostolados.”

Pe. Gimesson Eduardo da Silva, SCJ – Colégio Internacional Leão Dehon – Roma

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